GRAFISMO INDÍGENA COMO POTENCIALIDADE DA LINGUAGEM MATEMÁTICA NO FAZER ÉTNICO-RACIAL: UMA INTERVENÇÃO NO BERÇÁRIO E GRUPO 1
Palavras-chave:
Linguagem Matemática. Grafismo indígena. Educação Infantil.Resumo
O presente relato tem como objetivo apresentar alguns resultados de um projeto de vivências conduzidas com o berçário e com crianças bem pequenas em um colégio de aplicação de uma universidade federal. Sob a orientação do último autor, as estudantes desenvolveram alguns sensos matemáticos com esses grupos a partir da literatura indígena. Cabe ressalvar que o projeto ainda está em andamento, logo, algumas vivências ainda serão feitas. Também cabe ressaltar que as vivências aqui mencionadas partem de um projeto maior denominado de "Possibilidades étnico-raciais com bebês e crianças bem pequenas: as potencialidades da linguagem matemática desde tenra infância". O objetivo, portanto, foi explorar noções de matemática através da valorização da cultura indígena e ressalvar a importância de vivências assim com bebês e crianças bem pequenas desde tenra idade. O desenvolvimento das vivências envolveu planejamento, desenvolvimento e revisão subsequente das vivências propostas com os bebês e com as crianças. Como arcabouço metodológico, cabe destacar que o presente texto completo apresenta abordagem qualitativa e registros pictográficos. Os resultados demonstram que as experiências propostas são de interesse das crianças uma vez que demonstram entusiasmo e concentração ao experimentarem as propostas semanalmente. Conclui-se que a vivência cumpriu com o objetivo primordial e abrangeu as crianças com potencialidade do fazer étnico-racial.