EDUCAÇÃO SEXUAL DE JOVENS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA PERSPECTIVA FAMILIAR: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Autores/as

  • TIAGO AGOSTINHO TONHOLO Autor/a
  • CAMILA MUGNAI VIEIRA Autor/a

Palabras clave:

Educação Sexual. Sexualidade. Deficiência Intelectual. Família.

Resumen

A modernidade foi marcada pela ampliação dos discursos sobre o sexo, produzidos pelas instituições responsáveis por investigar, classificar e normalizar os corpos e os comportamentos. A sexualidade passa, então, a constituir um dispositivo, entendido como uma rede de práticas, discursos, instituições e saberes que produz formas específicas de compreender os sujeitos e orientar suas condutas (Foucault, 2020).

No caso das pessoas com deficiência intelectual (DI), esses discursos historicamente associaram a deficiência à incapacidade, à dependência e à necessidade permanente de proteção, contribuindo para processos de infantilização, vigilância e controle da sexualidade dessa população. Apesar dos avanços das políticas públicas de inclusão, as concepções que
compreendem a sexualidade como um fator de risco persistem, justificando práticas restritivas no contexto familiar (Mendes; Denari, 2022).

Publicado

2026-08-19

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